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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A VOLTA DO VINIL


Em um mundo cada vez mais digital, os discos de vinil, que marcaram época, retornam ao mercado com força total e também impulsionam a venda de toca discos e agulhas. Em São Paulo, o comércio disparou e o mercado dos chamados “bolachões” só cresce.Eles voltaram. Os discos de vinil, LPs, ou simplesmente “bolachões” estão na moda de novo, depois de 20 anos fora do mercado, dominado pelos CDs. Hoje, em livrarias, o vinil já convive lado a lado com os CDs e ganha cada vez mais espaço.   “É um pouco de saudosismo. É um pouco de conhecimento das pessoas mais jovens que começam a adquirir musica através do vinil, então eles acabam pulando o CD, saindo do digital e indo diretamente para o vinil”.Durante anos, o disco de vinil reinou nas vitrolas do mundo todo. Surgido no final da década de 40, o LP (abreviação de long play) sempre esteve presente na indústria musical, sendo o principal meio de divulgação do artista para o seu público. O LP tem seu charme: desde a qualidade de som até o tamanho, pode trabalhar a arte em suas capas e encartes especiais. Por muito tempo, apenas o vinil permaneceu no mercado. Seu primeiro concorrente - não tão forte - surgiu em meados dos anos 60, o K7 (a fita cassete). A novidade era o recurso de poder gravar e regravar suas músicas preferidas, mas não com a mesma qualidade que o "bolachão" possuía.Na noite, os DJs ganharam nome nas danceterias tocando seus vinis de uma forma especial, mixando e fazendo scratches. O DJ Marky se deu bem na sua autenticidade e conquistou o cenário fora do país. A tecnologia continuou avançando e apareceu o verdadeiro concorrente de vinil, o CD ( compact disc), no final dos anos 80. A princípio, olharam como um ótimo negócio, desde sua praticidade até a gravação, já que ele tirou os ruídos do LP na hora de executar seu som por meio da agulha no toca-discos. No Brasil, o CD foi tão bem aceito que, aos poucos, as gravadoras deixaram de fabricar seus LPs e K7s, e deixaram reinar nas prateleiras a mídia digital. Os equipamentos das casas noturnas também mudaram e, assim, trocaram as picapes pelos CDJs. Foi ótimo para os DJs, que gastavam uma boa grana para adquirir discos importados por apenas uma música exclusiva.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Música Popular do Brasil


A Música Popular Brasileira (mais conhecida como MPB) é um gênero musical brasileiro. A MPB surgiu a partir de 1966, com a segunda geração da Bossa Nova. Na prática, a sigla MPB anunciou uma fusão de dois movimentos musicais até então divergentes, a Bossa Nova e o engajamento folclórico dos Centros Populares de Cultura da União Nacional dos Estudantes, os primeiros defendendo a sofisticação musical e os segundos, a fidelidade à música de raiz brasileira. Seus propósitos se misturaram e, com o golpe de 1964, os dois movimentos se tornaram uma frente ampla cultural contra o regime militar, adotando a sigla MPB na sua bandeira de luta.
Dizer que a música popular feita no Brasil é caracterizada por sua riqueza é repetitivo, mas é essencial para defini-la.
Sua história começa com os índios e com a música feita pelos jesuítas que aqui aportaram. Esse encontro entre a música dos jesuítas e a música dos indígenas é a pré-história da música popular do Brasil. A evolução desses ritmos primitivos, como o cateretê ou o cantochão, são ainda hoje tocados em festas populares.
A música popular do Brasil só se tornaria mais forte no final do século 17, com o lundu, dança africana de meneios e sapateados, e a modinha, canção de origem portuguesa de cunho amoroso e sentimental. Esses dois padrões, a influência africana e a européia, alternaram-se e combinaram-se das mais variadas e inusitadas formas durante o percurso que desembocou, junto a outras influências posteriores, na música popular dos dias de hoje, que desafia a colocação de rótulos ou classificações abrangentes.
Durante o período colonial e o Primeiro Império, além dos já citados lundu e modinha, também as valsas, polcas e tangos de diversas origens estrangeiras encontraram no Brasil uma nova forma de expressão.
Já no século 19 surgem os conjuntos de chorões, que adaptam formas musicais européias -como a mazurca, a polca e o scottisch- ao gosto brasileiro e à forma brasileira de se tocar essas construções. Surge então, a partir da brasileirização dessas formas, o choro, e firma-se novas danças, como o maxixe.
Outras duas coisas que ajudaram decisivamente o aparecimento da canção popular no Brasil foram o carnaval carioca e o gramofone. Pixinguinha, João da Baiana, Donga-autor de Pelo Telefone, primeiro samba gravado, em 1917-, foram grandes nomes nesse período, junto com os continuadores dos chorões.
O samba urbano só se firmaria na década de 30, época em que surge a primeira escola de samba, a Deixa Falar, fundada em 1929. Depois, com a popularização do rádio e do disco a música popular se consolidaria e chegaria ao mundo de opções musicais que hoje o Brasil possui.
Documentário revela a  conspiração americana para acabar com a MPB
O livro “ Fire Wood Operation” escrito por Neil Jackman, pesquisador musical e fez revelações estarrecedoras sobre uma conspiração estrangeira para exterminar a música Brasileira.
A partir dos anos 40, a música Brasileira começou a impressionar o mundo pelo seu potencial. Os sucessos de Ari Barroso, Carmem Miranda e Tom Jobim deixaram as corporações artísticas espantadas e com medo do Brasil dominar o mundo. A partir daí, foi criada uma corporação secreta com um único objetivo: destruir a música brasileira.




Festivais da Música Popular Brasileira


Festival da Música Popular Brasileira foi uma série de programas transmitidos por algumas emissoras de televisão brasileira (TV Excelsior, TV Record, TV Rio, Rede Globo) entre os anos de 1965 a 1985. Esses festivais consolidaram a música popular brasileira, além de revelar e consolidar grandes compositores e interpretes da nossa música (Elis Regina, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Geraldo Vandré, entre outros).










quinta-feira, 13 de junho de 2013

Ludwig van Beethoven


Ludwig van Beethoven (1770-18270) para criar suas músicas despejava água gelada sobre a cabeça. Garantia que isto estimulava o cérebro. Beethoven era totalmente surdo quando compôs a Nona sinfonia. Ele sofreu perda parcial da audição aos 32 anos e aos 46 não podia ouvir mais nada.


O verdadeiro nome de alguns astros da música:



Cazuza - Agenor de Miranda Araújo Neto
Tina Turner - Ana Mae Bullock
Elton John - Reginald Kenneth Dwight
Lulu Santos - Luís Murício Pragana dos Santos
Bob Dylan - Robert Allan Zimmerman
Billy Idol - William Board
Alice Cooper - Vicent Damon Furnier
David Bowie - David Robert Jones
Lobão - João Luiz Woerdenbag Filho
Bono Vox - Paul David Hewson
Gene Simmons - Chaim Witz
Eminem - Marshall Bruce Mathers III
Slash - Saul Hudson
Queen Latifah - Dana Elaine Owens
Freddie Mercury - Farrokh Bulsara
Iggy Pop - James Newell Osterberg
Ozzy Osbourne - John Michael Osbourne
Kid Cudi - Scott Ramon Seguro Mescudi
Mano Brown - Pedro Paulo Soares Pereira
Nina Hagen - Catharina Ragen
Pato Banton - Patrick Murray
Jeff Beck - Geoffrey Arnold Beck
Renato Russo - Renato Manfredini Junior
Bob Marley - Robert Nesta Marley
Lady Gaga - Stefani Joanne Angelina Germanotta
Ringo Starr - Richard Starkey Junior
Axl Rose - Willian Bruce Rose Junior, e mudou para Willian Bruce Bailey
Boy George - George Alan O´Dowd
  

Confira alguns álbuns mais vendidos em todos os tempos:


Michael Jackson – Thriller-Epic – 1983
Eagles – Their Greatest Hits 1971-1975-Asylum – 1976
Led Zeppelin – Led Zeppelin IV-Atlantic – 1971
Pink Floyd – The Dark Side Of The Moon-Harvest – 1973
Fleetwood Mac – Rumours-Warner Bros. – 1977
Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band-Parlophone / Capitol  1967
AC/DC – Back In Black-Atlantic – 1980
Soundtrack – Saturday Night Fever-RSO – 1978
Shania Twain – Come On Over-Mercury – 1997
Alanis Morissette – Jagged Little Pill-Maverick / Sire – 1995
Eagles – Hotel California-Asylum – 1976
Soundtrack – The Bodyguard-Arista – 1992
Beatles – Abbey Road-Apple – 1969
Meat Loaf – Bat Out Of Hell-Epic – 1978
Beatles – 1-Apple – 2000
Guns’n Roses – Appetite For Destruction-Geffen – 1988
U2 – The Joshua Tree-Island – 1987
Metallica – Metallica-Elektra / Vertigo – 1991
Pink Floyd – The Wall-Columbia – 1979
Santana – Supernatural-Arista – 1999
Bee Gees -  Saturday Night Fever Soundtrack (1977)
Whitney Houston -  The Bodyguard Soundtrack (1992)
Olivia Newton Hohn & John Travolta -  Grease Soundtrack (1978)
Whitney Houston -  The Bodyguard Soundtrack (1992)





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