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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Dicas para aspirantes a DJ.




Minha experiência como DJ, foi inusitada. Haviam 12 anos que trabalhava em coordenação de  campanhas eleitorais. Para onde eu ia, levava um DJ a tira colo, para cuidar da parafernália do som. Um Belo dia, em um desentendimento com o DJ, ele me disse: “ Eu posso fazer o que você faz, trabalhando com Campanha Eleitorais, mas você não tem condições de fazer o que faço”.
Fui para casa com aquilo na cabeça, os dias que se seguiram, passei a traduzir tutoriais de Software, de produção de música eletrônica, como o   Mulab , um programa de  licena freeware. Ao fim daquele mês, produzi três músicas eletrônicas. Procurei o “DJ” que havia me desafiado, e perguntei-lhe: - Tá certo, você é DJ, apenas uma pergunta: Quantas tracks tu  já produziu? O silêncio tomou conta do recinto, e eu disse: Tu é apenas um emendador de fios! E ri. Assim passei produzir para este DJ, os  Set tracks que ele tocava nas baladas.
Tudo bem, você não tem habilidades para ser um DJ Produtor, não tem importância, ainda pode ser um DJ de cabine, como este meu amigo.

Como Começar Então?
Cada profissão necessitamos de ferramentas, no caso do DJ de cabine, basta um computador e um bom software para organizar e rodar os Sets, recomendo o Traktor ou o SeratoDJ e um bom fone de ouvido. Para começar a fazer mixagens, tem que treinar como eu treinei. Existem controladores, que são equipamentos que não necessitam de computadores CDJS e Mixer, mas é para profissionais e são caros. Comece com mixagens em seu Notbook e seu Software, é o que se tem de mais barato para se começar. Houve muitos avanços tecnológicos nos últimos anos, e isto possibilitou a qualquer pessoa, com um pouco de paciência e perseverança, fazer as suas próprias (misturas) Mixagens, ou ainda buscar um dos cursos de DJ, que estão disponíveis no mercado, em 20 horas de aula, já sai arrebentando na pista.

O Mercado Para DJ.
A música eletrônica oferece dois tipos de mercados: Eventos Privados ( fechados) Eventos Públicos ( aberto)
Os Privados: Casamentos, bodas, aniversários, bailes de debutantes etc. Neste tipo de evento, há um contratante, e estes muitas vezes escolhem o repertório para o evento. O valor de mercado é normalmente por quatro horas de trabalho, e oscila entre R$ 1.500,00 a R$ 5.000,00.
Os Públicos: Nestes eventos o DJ é o artista, fazem suas apresentações com seus SET autorais, ou produzem suas tracks na hora, ou ainda por SET já previamente feitos por outros, e fazem as mixagens e passagens, ao vivo. Para iniciantes de carreira é mais difícil conseguir a confiança e um espaço para atuar. Nestes tipos de eventos, o DJ cria uma carreira, com fãs, e podem ficarem famosos. Valor de mercado em uma ou duas horas de apresentação é entre R$ 500,00 a R$ 1.000,00. Como exemplo, podemos citar alguns DJ mais famosos, que ganham altos cachês: David Guetta e Tiesto, ganham algo em torno de R$ 100.000,00 e R$ 500.000,00 respectivamente.

Quais são as minhas Chances no mercado como iniciante?
Um dos maiores desafios para quem inicia na carreira de DJ, é conquistar a confiança, para angariar contratos. Para tanto, eu aconselho promover nos finais de semana em seu bairro, eventos abertos ao público de forma gratuitas, como por exemplo: Noite dos nos 70, onde tu crias SET temáticos e põe para rodar. Filme o evento e lance nas redes sociais, já oferecendo seus serviços, sempre funciona esta estratégia. Criem uma base de fãs e em pouco tempo, será reconhecido como DJ. Como em qualquer outra profissão, o que conta é a criatividade e talento. Existem cursos online de marketing para DJ, é só procurar que acha um que melhor te atenda.
De posse de suas primeiras produções eletrônicas, para quem se enveredar pela senda do DJ Produtor, faça um Demo Tap e procurem-nos, teremos uma boa forma, para possibilitar a reprodução de seu trabalho em CD ou DVD.

Flávio Oliver
Direitos reservados a  http://artdisc.com.br/

 


 

 


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Aquele seu site de divulgação artística, que não bomba na rede. O que fazer?


Temos hoje no mercado muitas ferramentas para otimizar seu site (fazer ele aparecer para os mecanismos de buscas, como o Google etc.), mas será que os métodos oferecidos, fará você aparecer para seu público-alvo?
Ter seus artigos relevância para o Google, não lhes garantem sucesso, apenas mostra que seu site está melhor ranqueado nas páginas de pesquisas. Ter relevância para as pesquisas, ou para as pessoas?  SEO (Search Engine Optimization), mais conhecido como otimização de sites, podemos definir como uma forma de fazer crescer os acessos de pessoas em seu site. Para isto se utiliza de um conjunto de estratégias e técnicas, que irão permitirem que um site melhore seu posicionamento, nos resultados orgânicos dos mecanismos de buscas.  
O SEO Avançado de Wil Reynolds, um dos maiores profissional de SEO do mundo, é uma das referências mundial em SEO, em quinze anos alcançou o status de líder no mercado. A metodologia de  Wil Reynolds, trazem resultados digitais, gerencia as práticas de marketing nas estratégias que geram resultados para empresa, não se atém a resultados intermediários (posicionamento nas buscas). Em uma empresa do mercado imobiliária, por exemplo, a atividade de marketing gera muito acessos em outros sites, que orbitam o setor, e você precisa transformar estes visitantes que só passam por seu site, em potencial clientes. Mesmo que você aumente o tráfico em seu site, te colocando em melhor posição no ranking de busca Google, o que adianta se não tiver obtido clientes? Obter resultados com impactos reais, com o foco de seu trabalho Wil define por “RealCompany Stuff” (objetos reais da empresa).
Quais são as técnicas de funcionamento do SEO?
Há muitas coisas que são engodos no mercado, sites que são remunerados para proporcionarem acessos a seus endereços eletrônicos, usando técnicas de uso de palavras chaves, spam, compra de links, meta tags no HTML etc. Nada produz o efeito desejado, são apenas práticas intermediárias.
Tendo como referência as ideias de Wil Reynolds, o Storytelling, traduzindo: “Contar história”, hoje é difundido no meio corporativo e no marketing digital, o método se enraizou rapidamente. Se observamos bem, não se conta uma história do meio em diante, ela para ser atrativa, tem que ter início meio e fim, uma boa trama, que prenda o leitor, e uma dose de suspense como veneno.
No desenrolar da trama, cada personagem, tem a sua forma de conduzir sua parte no processo, conduzindo a audiência por seus próprios caminhos. Assim o consumo do conteúdo se torna mais efetivo e você terá a fidelidade na audiência. Com certeza o leitor voltará, tu prenderás a atenção dele ao seu conteúdo. O desafio é produzir conteúdo de qualidades, para aumentar a quantidade de Leads (contato novo) e clientes.
Uma história inédita bem contada, e em multiplicidades de formatos (textos, vídeos, áudio etc.) é fundamental para atrair a atenção das pessoas para o seu negócio, seja vender um serviço, um produto, ou uma imagem. No caso do seguimento de musical, a venda é uma imagem, e um produto e ao mesmo tempo. Contar histórias é engajar a audiência, e tornar o seu público, em potenciais consumidores de seu produto ou serviço, é estar trazendo algo real para o objeto da empresa (Real Company Stuff) .

Quais são melhores ferramentas para otimizar sua história?
Google Analytics – Utilizando o analytics de seu site ( Google Analytics  ), você pode verificar quais páginas estão tendo melhor acessos, os conteúdos que contém mais tempo de permanência dos visitantes e quantidades de visitantes.
Keyword – ferramenta do google que permite identificar quantitativamente buscas, e muitas informações sobre palavras chaves, ela pode ser acessada por sua conta do Google Adwords, uma ferramenta que permite entender o comportamento das buscas por definir uma lista de palavras chave , além de colocar em prioridade os conteúdos que podemos produzir.
Todas estas informações associadas,  a otimização por palavras chaves, ajudam a dinamizar o capital ativo virtual (público), que a empresa já tem, com a finalidade de melhorar os resultados. As redes sociais possuem suas próprias ferramentas de análise de fluxo, que também trazem informações, que servem para distribuir seus conteúdos de forma mais cirúrgica.
Qual seria uma boa estratégia para colocar em prática este conceito?
Sua empresa diariamente produz conteúdos, para serem contados em forma de história, portanto não há necessidade de inventar nada, apenas utilizar as experiências do cotidiano e transformarem em suas tramas, formas de distribuição destas histórias: e-book, post em redes sócias, vídeos etc;
- Oferecer cursos on-line, sorteios, promoções, ao fim de uma história contada;
- Analisar campanhas publicitárias no adwords, ver as que melhores estão posicionadas, e que se enquadram ao seu negócio, explorar as mesmas palavras chaves;
- Colocar em negrito ou itálico, algumas palavras mais importantes. São ancoras em seus textos, assim os mecanismos de pesquisas, darão mais relevância a elas, também é uma forma de otimizar seu texto.
Serão melhores sucedidos na nova era do marketing digital, quem explorar melhor o inconsciente do usuário, para que ele tenha uma boa experiência ao visitar seu site, e para isto, há de ser contar com bons contadores de história.

Autor Flávio Oliver - Direitos reservados a  http://www.artdisc.com.br

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Dicas para quem, quer entrar no mercado musical. A sua carreira nas redes Sociais.


Todos os setores econômico, antes de se lançarem a uma empreitada comercial, fazem um estudo de mercado, para identificar nichos consumidores, riscos e oportunidades, pelo menos deveria ser assim.
Não é diferente com a carreira musical, são etapas a serem vencidas, que seguem mais ou menos o mesmo padrão, para quem está no início, ou reestruturando sua carreira musical. É neste ponto que determinará se sua carreira decolará ou não, por isto, não dá para começar com uma estratégia jornada nas estrelas, aquela meia louca, que é norteada de achismos e autoconfiança excessiva.
Ai você se pergunta: Tenho uma boa música, boa voz, boa banda, mas não tenho fã? O que devo fazer? Vamos nos fazer algumas perguntas básicas:
Por onde ir? O caminho que devo seguir para angariar fãs,
Como ir? A sua melhor estratégia para voltar os olhares para seu trabalho.
Quando ir? O melhor momento para você lançar sua campanha independente, sempre o mercado nos aponta o melhor momento de se lançar, basta ficarmos atentos a onda, e navegar na crista, para tirar vantagens competitivas.
Para tanto, daremos algumas dicas, que norteará sua estratégia, seja ela qual for, os canais de distribuição sempre serão o veículo pelo qual, sua campanha se deslocará, a saber redes sociais.

Tudo pronto, tenho voz, mas não componho música.
Promova sua imagem exaustivamente nas redes sociais, conte sua história, mostre a eles que tem intenção de iniciar uma carreira artística, se engaje criando redes de relacionamentos, eles são os seus primeiros fãs, de sua imagem, aquilo o que você mostra a eles diariamente. Abra a eles a sua intimidade, para que eles associem a sua história, a uma carreira que pretende. Isto é criar o seu próprio nicho de mercado, faça algo novo, para atrair a atenção, os fãs gostam de coisas novas, com pegada própria, coisas inesperadas, só não seja exagerado, algo novo mas com familiaridade com o que está no mercado. Você pode ser até um estereótipo, como o cantor Falcão, mas não fuja muito a regra, no que diz respeito as técnicas de presença de palco e musical.
Aconselho  checar a tendência do momento, tome posse de seus elementos marcantes, e deixe eles se apoderar de sua personalidade artística, e faça deles algo novo, para diferenciar do que já está no mercado fazendo sucesso.

Já temos um nicho o que fazemos?
Uma boa direção é começar como covers, é uma oportunidade de você se tornar conhecido pelo público, e um belo dia, alguém de peso no mundo artístico, te descobre. Como foi o caso do cantor Victor Mota, em sua página do facebook, interpretou (cover) “Espumas ao Vento” de Flávio José, que foi gravado pelo cantor Fagner, e  a mágica aconteceu: O Cantor Fagner foi lá e curtiu seu vídeo, e isto deu uma alavancada na carreira, quando os fãs do Fagner passaram seguirem a página de Victor.


Utilizando a técnica de Loops.
Muito utilizado nas emissoras de televisão, comece a direcionar para mostrar algo, e no final, você não mostra e posterga, e deixa para próxima oportunidade. A suspense faz aumentar a audiência, e aquilo que não mostrou, fica no inconsciente  dos fãs, aguardando o dia da amostra. Vá entregando em partes, aquilo que tem para mostrar, assim você promove o engajamento à sua página. Quando as pessoas dispõem seu tempo, para acompanhar algo que faz, significa que há trocas: Trabalho  = Pagamento (tempo das pessoas). Neste início, o tempo é a forma de pagamento por seu trabalho.

Agora vamos Gravar, e se lançar de Vez no Mercado.
Para iniciantes no mercado, meu conselho é gravar em EP, A sigla é originária do inglês “extended play”,significando uma obra musical que possui mais músicas que um “Single”,sendo algo estendido, um “Single” com mais faixas. É comum, ter de quatro a seis faixas, nem é um álbum( 10 a 12 faixas), nem um single, mas intermediário entre ambos, tendência no mercado fonográfico no exterior. Assim com poucas fixas, menor custo, e a possibilidade de uma música estourar é grande, o público pode se concentrar em melhor avaliação do trabalho.

Coloque seus sonhos em prática.
Como bem dizia Raul Seixas, em sua música Prelúdio
“Sonho que se sonha só,
É só um sonho que se sonha só.
Mas sonho que se sonha junto é realidade”
O que está esperando? Já tem seus fãs, sua música. Vai corre, crie seu Demo Tape, e nos procure, temos uma boa proposta para vocês.  

Flávio Oliver
Direitos reservados a http://www.artdisc.com.br




segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Ouvir música faz bem ao coração, aponta pesquisa de cardiologistas


Ouvir música faz bem ao coração. É o que garante um novo estudo apresentado no congresso anual da Sociedade Européia de Cardiologia, em Amsterdã.
De acordo com o estudo, a música ajudou na recuperação de pacientes com problemas cardíacos. Além disso, segundo os cardiologistas responsáveis pela pesquisa, qualquer pessoa pode melhorar a saúde do próprio coração ouvindo música.
Para realizar o estudo, os médicos dividiram 74 pacientes com problemas cardíacos em três grupos. Dois deles receberam aulas de ginástica por três semanas. Desses dois, um recebeu ordens para ouvir qualquer tipo de música durante uma hora por dia.
O terceiro grupo não fez qualquer tipo de exercício, mas também ouviu música.
O grupo que se exercitou e ouviu música melhorou sua capacidade aeróbica em 39%, além de mostrar mudanças positivas com relação a seus problemas cardíacos.
Enquanto isso, o grupo que apenas se exercitou melhorou sua capacidade em 29%, e o grupo que apenas ouviu música ainda assim melhorou sua capacidade aeróbica em 19%.
Segundo disse ao jornal britânico "Telegraph" a professora Delijanin Ilic, do Instituto de Cardiologia da Universidade de Nis, na Sérvia, não importa que tipo de música você ouça --desde que seja do seu agrado.

"Quando ouvimos alguma música que apreciamos, nosso cérebro produz endorfina e isso ajuda nossa circulação. Não há um tipo de música que seja 'melhor'. O que importa é que a pessoa goste da música e ela a deixe feliz."


 Além de fazer bem para a alma, música ajuda no tratamento de algumas doenças 

Quem nunca gritou de alegria quando começou a tocar sua canção preferida? Ou então se sentiu mais animado depois que ouviu aquela música alegre? Ou ainda colocou uma musiquinha calma só para relaxar? Pois é, dá pra sentir que a música faz bem para a alma. O legal é descobrir que ela também faz bem para o corpo, ajudando inclusive no tratamento de várias doenças. É isso que faz a musicoterapia.
Dá pra sentir no corpo as alterações que a música causa: dependendo do ritmo, a respiração se torna mais calma ou mais ofegante, a pressão sanguínea aumenta ou diminui, os batimentos cardíacos se tornam mais fortes ou mais leves. E isso já foi comprovado em vários estudos, como os divulgados pela American Music Therapy Association-AMTA, dos Estados Unidos, e pelo World Federation of Music Therapy-WFMT, localizada em Gênova, na Itália.

Além disso, a música fala diretamente ao sistema límbico do cérebro (região responsável pelas emoções, pela motivação e pela afetividade), contribuindo para a socialização e até mesmo aumentando a produção de endorfina. Por isso, pode ser usada no combate à depressão, ao estresse, à ansiedade; no alívio dos sintomas de doenças como hipertensão e câncer; e no tratamento de pacientes com dores crônicas


Terapia da música

Reconhecendo todo esse poder terapêutico da música é que surgiu a musicoterapia. A prática, que utiliza músicas, sons e movimentos com fins terapêuticos, já é adotada em diversos hospitais, clínicas e centros de reabilitação para a integração física, psicológica e emocional.

“No Brasil, a maioria das APAEs e Centros de Reabilitação utilizam a musicoterapia como parte de seu trabalho. Ela vem sendo implantada nos Centros de Referência de Assistência Social e nos Centros de Atendimento Psiquiátrico para adultos e crianças, e também nos Hospitais e Centros de Neurologia, em ONGs e em escolas especiais”, aponta a musicoterapeuta Magali Dias, secretária geral da União Brasileira de Associações de Musicoterapia-UBAM.

A musicoterapia ainda é utilizada em empresas, para melhorar o desempenho dos funcionários, em spas, para auxiliar na redução da ansiedade, em escolas, ajudando na concentração e no aprendizado dos alunos, e em centros de atenção aos idosos, contribuindo para a socialização e para a prevenção e tratamento de doenças.


Trilha sonora
Um dos pontos mais interessantes da musicoterapia é que não há uma receita pré-definida de tratamento. A terapia é estabelecida em conjunto com o musicoterapeuta e o paciente, de acordo com suas necessidades e seus objetivos. E é o próprio paciente que escolhe as músicas, segundo seu próprio repertório pessoal. Isso permite que tenha uma maior interação com suas emoções e, caso a terapia seja em grupo, a aproximação com o coletivo.

“A música ou o ritmo escolhido é aquele que vem da solicitação do paciente, do usuário ou do aluno. Não existe uma música para isto ou para aquilo outro. A música tem que ter significado para quem a escuta e trabalha com ela”, destaca Magali.

Muitas pessoas acreditam que há um ritmo certo para cada função: relaxar, animar, ou até ajudar a se concentrar. Mas não é bem assim. O repertório pode ser variado, indo do rock ao jazz, passando por moda de viola ou MPB. Isso porque as músicas são escolhidas pelo paciente, e vão depender do seu gosto.

“As músicas só fazem efeito se elas têm uma conexão especial para quem as ouve. Podemos usar diferentes tipos de ritmos, do erudito ao rock. Não há uma regra preestabelecida e nem uma receita pronta dizendo use tal ritmo para isso ou aquilo, mas sim uma sintonia entre cliente e profissional”, afirma Cláudia Murakami, pedagoga e musicoterapeuta da Vita Clínica.

Depois de estabelecido o repertório, o tratamento é feito em uma sala especial, com acústica adequada, e as sessões (individuais ou em grupo) incluem música e recursos sonoros variados como vozes, instrumentos e ruídos. O musicoterapeuta avalia então a reação do paciente diante de cada som, documenta tudo e vai comparando os resultados com seu projeto inicial. Os resultados, de acordo com os profissionais, já podem ser sentidos logo após dez dias.

Música no combate a doenças

A musicoterapia vem sendo muito utilizada no combate ao estresse. Isso porque, como fala diretamente ao emocional, ela ajuda a relaxar e promove uma sensação de bem-estar. “A música, quando é relaxante para a pessoa, ajuda muito a combater não somente o estresse, mas também ansiedade, angústia, depressão e insônia, pois faz com que o cérebro libere endorfinas e serotoninas, proporcionando prazer e sensação de bem-estar”, explica Cláudia.

Além disso, um estudo apresentado este ano na American Society of Hypertension-ASH, apontou que a música pode até mesmo baixar a pressão arterial e o ritmo cardíaco – o que traria outros benefícios além do relaxamento, como ajudar no tratamento de hipertensos e atuar na prevenção de doenças cardiovasculares.

A música também vem sendo uma grande aliada no tratamento da dor. Pesquisa realizada pela Cleveland Clinic Foundation, nos Estados Unidos, comprovou que ouvir música pode ter efeitos benéficos no tratamento de dores crônicas, como as causadas pelo câncer. Por isso a musicoterapia já está sendo usada pelo Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer-GRAAC como parte do tratamento.  “O que ocorre é a troca do foco da dor, ou seja, afasta-se da mente a sensação de dor e diminui-se gradativamente a ansiedade que a dor provoca no paciente”, explica Cláudia.

Apesar de ouvir música ser prazeroso e relaxante, é importante ressaltar que não dá pra fazer musicoterapia sozinha em casa. Isso só é alcançado com o trabalho com um profissional. “Só um musicoterapeuta pode conduzir uma sessão de musicoterapia, senão será apenas uma recreação com música. Nossa formação é voltada para que tenhamos todas as ferramentas teóricas e práticas para desenvolver este trabalho”, enfatiza Magali.

Mesmo sem efeitos terapêuticos, ouvir música apenas por lazer ou relaxamento também tem efeitos benéficos. Como cada pessoa tem seu próprio repertório musical (aquelas músicas que de alguma forma marcaram nossa vida) é possível fazer uma coletânea com as que lembram momentos especiais e prazerosos (como o primeiro beijo, aquela viagem inesquecível, o nascimento de um filho) e ouvir em casa, no trânsito, ou mesmo durante uma pausa no escritório. Especialistas apontam que isso ajuda – e muito – a restabelecer a calma e o bem-estar.
É possível fazer uma coletânea com as canções que lembram momentos especiais e prazerosos como o primeiro beijo, o nascimento de um filho ou uma viagem inesquecível








quinta-feira, 13 de junho de 2013

Como recuperar CDs e DVDs riscados sem dificuldades


Muitas vezes, depois de algum tempo de uso, CDs e DVDs acabam riscando e até chegam a ficar inutilizados.
Isso pode ocorrer por diversos motivos: manuseio incorreto, excesso de exposição, contato com sujeira, enfim, são vários os fatores.
Independente de como acontece, normalmente isso é um problema, pois podem gerar perdas irreparáveis de dados importantes. Para isso, o Baixaki agora dará a vocês, algumas dicas de como tentar recuperar estas mídias.

Importante
Deixamos claro que nem sempre este método aqui apresentado deverá funcionar completamente, portanto não nos responsabilizamos por possíveis danos que venham a ser causados nas mídias.

 

A primeira coisa a ser feita é lavar o CD/DVD com água e então deixá-lo escorrer um pouco antes de secá-lo com algo macio para não causar mais riscos.
Depois disso, apóie-o em algo firme (uma mesa ou uma pia, por exemplo) e então com uma pasta de dente (de preferência branca ou massa polidora fina de automóveis e aplique na mídia, desenhando círculos como se fosse um leitor, sempre fazendo pouca pressão.
Agora, pegue um pano macio e repita a operação, removendo o excesso de massa/pasta em seu CD/DVD. Então, leve-o até a pia e lave novamente com muito cuidado, retirando todas as possíveis sobras de pasta/massa. Finalizado este processo, seque-o bem e certifique-se de que não restou nenhum resíduo do produto ou de água.

Pronto! Apesar de ainda ser possível ver os riscos, você acabou a tentativa de recuperar sua mídia. Agora basta testá-la e ver se deu certo. Se sim, aproveite para fazer uma cópia de segurança, sempre mantendo a original guardada, pois a legislação brasileira permite a realização deste tipo de cópia desde que se possua a versão original.



 Ao manuseá-los, tome o seguinte cuidado: ao liberar o disco do estojo, segure-o sempre pelas bordas, evitando tocar na superfície espelhada do disco.
- Manchas e poeiras podem causar erros de leitura, que podem ser confundidos com problemas no próprio disco ou aparelho.

- Portanto, ao notar algum tipo de problema de reprodução, antes de qualquer outra ação, verifique se o disco está sujo.
- Armazene os discos horizontalmente e em local bem ventilado.
- Nunca utilize discos que apresentam rachaduras ou cortes. Isto pode danificar o aparelho.
- Use um pano bem macio e água com detergente neutro, para remover qualquer partícula de sujeira, pó ou digitais dos dedos.
- Quando limpar nunca limpe de maneira circular. Sempre do centro (furo) para a lateral em linha reta. Ao contrario da limpeza dos discos de vinil.
- Após guardar o CD na caixa, coloque por cima dele um guardanapo comum, como se fosse um cobertor. A umidade vai para o guardanapo e não para o CD.




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